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Sábado, 20 de julho de 2024

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Encontro cultural

Diálogo entre passado e futuro: Estudantes visitam Casa Barão de Melgaço

Foto: Arquivo Pessoal

Eduardo Mahon e Elizabeth Madureira em palestra com alunos do ensino médio e fundamental

Eduardo Mahon e Elizabeth Madureira em palestra com alunos do ensino médio e fundamental

Uma das metas da Academia Mato-Grossense de Letras para 2014 – e todos os anos seguintes – é que esta instituição antiga e tradicional da região passe a dialogar com as gerações mais jovens. Isto aconteceu durante a exposição “Academia Mato-Grossense de Letras: Um patrimônio de todos” e novamente na manhã desta segunda-feira (31).


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Jovens do ensino fundamental e médio, tanto de escolas particulares quanto de públicas, trouxeram aquela energia típica da juventude para os salões da Casa Barão de Melgaço. Depois de um café da manhã e uma palestra com o presidente da AML, Eduardo Mahon, e a vice-presidente, Elizabeth Madureira, os estudantes tiveram a oportunidade de visitar o acervo da instituição, bem como fazer um tour pela antiga residência Augusto João Manuel Leverger, o Barão de Melgaço.

De acordo com Mahon, uma empresa que faz tour estudantil pelo centro histórico de Cuiabá entrou em contato com a AML requisitando uma visita para alunos de algumas escolas. De acordo com eles, este encontro está pendente há anos, sem nunca se realizar. “Então nós marcamos um café da manhã e recebemos os alunos. A palestra, que introduziu a história da AML e do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT), tornou-se uma bela discussão sobre literatura”, disse Mahon.



Ele ainda conta que muitos alunos mostraram interesse pela história da academia, bem como por seus escritores e obras ali contidas. Durante uma sessão de perguntas e respostas, foram distribuídos livros de vários imortais e outros escritores mato-grossenses e também revistas da AML e IHGMT. “Nós não devemos subestimar as crianças, muito menos os adolescentes. Muitos ali se encantam com a literatura e podem um dia fazer parte da academia”, afirmou Mahon.

O presidente da AML ainda ressalta que o Casarão está aberto para qualquer instituição de ensino que queria dialogar com o passado e presente literário de Mato Grosso. “Ressalto que a visita de crianças a um casarão do século dezoito é muito mais importante do que qualquer cerimônia que realizamos aqui. É a perpetuação intelectual mato-grossense, sem pompa, mas com muita circunstância”, finalizou.
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