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Domingo, 26 de junho de 2022

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Ana Biju

Cuiabana de 8 anos aprende a fazer miçangas com avó e vende pelo Instagram

Foto: José Lucas Salvani

Cuiabana de 8 anos aprende a fazer miçangas com avó e vende pelo Instagram
A infância é um período de grandes descobertas. Entre o brincar e o estudar, as crianças acabam desenvolvendo inúmeras habilidades, como é o caso de Ana Gabriela de Arruda Bernardes Monteiro, de apenas 8 anos, que aprendeu a fazer colares e pulseiras com miçanga e macramê. Incentivada pela família, atualmente ela vende as peças pelo Instagram Ana Biju.

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“Eu ia para a casa de minha avó e dormia lá. Então, ela me ensinava a fazer. Como eu já tinha esses [acessórios] que já tinha ganhado, fui começar a fazer. Aprendi com ela”, conta Ana apontando para uma caixa com alguns materiais para fazer acessórios que ganhou de sua avó. Os pais também incentivam a criança e compram fios, elásticos e miçangas das mais variadas para a confecção dos produtos.



Tudo começou com naturalidade, de modo que Ana não se sentisse sobrecarregada e tivesse o peso de ser um trabalho. Os pais ajudam Ana a se organizar de forma que ela tenha tempo para estudos, brincadeiras e confecção dos acessórios. Eles a deixam livre para fazer pulseiras e colares no seu próprio tempo.

Além das peças de miçanga, ela também faz algumas pulseiras de macramê. A técnica ela aprendeu há cerca de duas semanas e o próprio pai, Sérgio, fez artesanalmente uma “ferramenta” para auxiliar a filha na confecção dos macramé. Esse tipo de peça, aliás, é o que Ana Gabriela mais gosta de fazer.



Os pais acompanham sempre a filha nas atividades. Para o macramé, por exemplo, há a necessidade de se utilizar fogo para finalizar a peça, então Sérgio ou Roseneia são quem auxiliam Ana na atividade, para manter a segurança da criança.

A irmã mais velha foi uma das primeiras a pedir uma encomenda. Depois foi para uma prima e assim seguiu. Após as encomendas de familiares em familiares, Ana resolveu espontaneamente que queria vender e pediu para o pai criar uma conta do Instagram, a Ana Biju. Sérgio e Roseneia são quem gerem a conta, assim como o WhatsApp comercial.



“É tudo no nosso celular, meu e do meu marido. Se vem mensagem, ‘cai’ um PIX e tudo mais, nós sabemos. Ela não fica sozinha, sabe? Porque também tem muita malandragem por aí”, conta Roseneia em entrevista ao Olhar Conceito.

Esse não é o primeiro empreendimento de Ana. Há algum tempo, aprendeu a fazer slime e quis vender. Posteriormente aprendeu a costurar após ver a mãe costurando durante a pandemia do novo coronavírus. O resultado deu em algumas bolsas que foram vendidas para alguns familiares. “Tudo ela quer vender e ganhar dinheiro”, pontua Roseneia.



Os pais não escondem o orgulho de ver Ana focada nesta atividade. “Ela sempre gostou de fazer coisas manuais, como desenho e outras coisas. Sempre gostou. Não larga o celular, mas é uma opção para deixar o aparelho um pouco de lado”, conta Sérgio.

Os interessados em adquirir as peças, vendidas a partir de R$ 5, podem entrar em contato pelo Instagram ou pelo número (65) 3052-9975.
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