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Prefeitura quer resgatar antigos blocos carnavalescos em 2020, diz Emanuel

Da Reportagem Local - Carlos Dorileo / Da Redação - Isabela Mercuri

13 Jan 2020 - 14:32

Foto: Reprodução

Emanuel no Carnaval de 2018 em Cuiabá

Emanuel no Carnaval de 2018 em Cuiabá

Depois de um réveillon silencioso, Cuiabá deve voltar a ter festa em fevereiro. Isto porque, segundo Emanuel Pinheiro (MDB), a Prefeitura quer resgatar os antigos blocos carnavalescos em 2020, “sem aquela loucura dos grandes eventos”.

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Em 2019, o Carnaval de rua não foi realizado, e o desfile das escolas de samba foi transferido para o aniversário de 300 anos da capital. No entanto, a festa dos 300 anos também foi cancelada depois que o Estado, seguindo uma orientação do Ministério Público, inviabilizou o uso da Arena Pantanal para a realização da festa. O desfile das escolas de samba aconteceu, mas em proporção menor.

Um ano antes, em 2018, a festa foi bem maior: na Orla do Porto, com duas atrações nacionais e vinte atrações regionais, e patrocínio de empresas privadas. No total, foram cinco dias de festa, com entrada gratuita para a população.

Em seu último ano de mandato, Emanuel optou por uma festa menor e mais parecida com a folia do passado. “Nós estamos estudando algumas ideias, principalmente em relação aos resgates dos blocos carnavalescos, carnaval de rua. Um resgate daqueles blocos carnavalescos simpáticos, sem aquela loucura dos grandes eventos. A gente quer potencializar”, disse durante um evento de lançamento na manhã desta segunda-feira (13).

“Cuiabá já teve um período muito rico do Carnaval de rua do passado, com aqueles carnavais que ficavam na Praça Alencastro, do Centro Histórico de Cuiabá, que era o único centro. E depois com o tempo, blocos como Mingau, e tantos outros que marcaram época e muitas juventudes cresceram brincando no saudável Carnaval de blocos de rua de Cuiabá”.

Emanuel ainda não sabe onde será realizada a festa, mas ela está garantida. “Estamos estudando ainda, mas terá. A gente não pode deixar de promover essa festa popular e cada vez mais glamourosa e nostálgica, como vai ser a mesa da boemia”, finaliza.

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