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Sexta-feira, 19 de julho de 2024

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Charlie Sheen, Brad Pitt e novo Super-Homem estreiam nesta sexta-feira

Foto: Divulgação

Charlie Sheen, Brad Pitt e novo Super-Homem estreiam nesta sexta-feira
De Charlie Sheen a Brad Pitt, passando pelo Super Homem, as estreias da semana estão cheias de astros e não há como negar. Uns com êxito em seus filmes, como o novo Super Homem, bem quisto pela crítica e promessa de alta bilheteria. E outros nem tanto, como Charlie Sheen na pior bilheteria da franquia “Todo Mundo em Pânico”. Já Brad Pitt protagoniza o filme de zumbis que trazem crítica social muito pertinente ao momento que vive o Brasil e o resto do mundo.


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Muita especulação e gastos além do planejado, rodeiam o novo filme de Brad Pitt, “Guerra Mundial Z”. Com orçamento inicial de U$170 milhões, foram necessários mais de U$40 milhões para refilmar os últimos 40 minutos do filme. Atritos entre Brad Pitt e o diretor Marc Forster também ficaram públicos e Foster explica, "grandes atores têm fortes ideias e nós as exploramos juntos. Algumas funcionaram, outras não. Mas não há o certo e o errado. Eu tenho minha visão e ele tem a dele".

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Em Guerra Mundial Z, o representante da ONU, Gerry Lane está em uma corrida contra o tempo para salvar o mundo de uma pandemia zumbi. Uma doença contagiosa, que transforma as pessoas em zumbis, se espalhou de tal forma que nem governos conseguem contê-la. Recrutado para solucionar o problema, Gerry tem de descobrir as causas e a cura para todo o caos que ameaça seu país e sua família.




À primeira vista, a escolha de Marc Forster como diretor é um tanto estranho. A filmografia do diretor inclui obras como 007 Quantum of Solace, O Caçador de Pipas e À Procura da Terra do Nunca. Para Marc no entanto, o motivo é fácil, "zumbis são uma excelente crítica ao consumismo. A ideia de não estar acordado para o que acontece é uma boa metáfora. O que é individualidade? Ou todos nós viramos zumbis?". Além da questão do consumismo, o diretor utiliza a temática como analogia à superpopulação mundial, "Somos sete milhões hoje e seremos dez milhões até 2050, o planeta não vai ter recursos suficientes para sustentar todos nós, e vamos quebrar se continuarmos assim. Iremos atrás dos últimos recursos que tivermos, assim como eles. Meio sem cérebro, sem educação."

Um Super-Homem mais fiel às origens dos quadrinhos estreia nesta sexta-feira (28). Em “O Homem de Aço”, Christopher Nolan foi convidado para roteirizar e salvar a reputação do herói, que foi abalada pelos filmes anteriores. Na trama, um Clark Kent com 20 anos se depara com a pergunta, “por que estou aqui?”. Kal-El, ou Clark Kent como é seu nome “terráqueo”, foi trazido do planeta Krypton anos antes e adotado pelo casal Martha e Jonathan. O rapaz é o único que pode salvar a vida na Terra.



Flashbacks de sua juventude e a sensação ambivalente, de apego às pessoas que vivem na Terra e o sentimento de isolamento em um planeta que não lhe pertence, costuram a trama de “Homem de Aço”. A crítica especializada é entusiasta do novo filme da franquia. A atuação de Henry Cavill, como Clark Kent e Amy Adams, como Louis Lane foi bastante elogiada. O filme promete lucrativas bilheterias e é melhor que assim seja, já que o filme é um dos mais caros produzidos pela Warner Bros.

Charlie Sheen sendo morto por Lindsay Lohan. Só isso já causa espanto nos espectadores e segundo a crítica especializada, também demonstra o desespero para salvar o quinto do filmes da franquia “Todo Mundo em Pânico”. A mais nova produção da série angariou a bilheteria mais fraca da franquia, faturando cerca de US$ 30 milhões.



Numa trama esquizofrênica, o filme satiriza alguns dos últimos sucessos do cinema, como "Atividade paranormal", "Mama", "Cisne negro", "Planeta dos macacos: A origem", além do sucesso literário “50 Tons de Cinza”. Com atores quase desconhecidos e astros decadentes, o roteiro não foge muito dos moldes anteriores. O eixo principal do filme é a paródia do filme “Mama” e as sátiras paralelas se cruzam nesta linha. Com baixo faturamento e péssima avaliação da crítica é possível que esse seja o último filme de um franquia que já deu muito lucro.

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