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A nova “Bonitinha, mas ordinária” e mais um “Velozes e Furiosos” estreiam nesta sexta-feira

Da redação - Bruna Gomes

24 Mai 2013 - 17:53

Foto: Divulgação

Letícia Collin, como Maria Cecília

Letícia Collin, como Maria Cecília

Junto com o tão aguardado “Faroeste Caboclo” há dois outros filmes que estreiam nesta sexta-feira (24). Uma “bonitinha”, “ordinária” e atual novela de Nelson Rodrigues é levada para as telas pelo diretor Moacyr Góes. Com a novata Letícia Collin como protagonista, o longa promete causar no mínimo alvoroço pelas polêmicas temáticas do Anjo Pornográfico, Nelson Rodrigues. E para os fãs de ação, mais um filme de uma das franquias mais bem sucedidas de Hollywood, Velozes e Furiosos estão pela sexta vez nos cinemas. E já promete o sétimo.

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O sexto filme da série “Velozes e Furiosos” traz a gangue mais voltada à família e mais divertida. Na missão de parar um grupo de mercenários sobre rodas, a gangue se une, descobre que Letty (Michelle Rodriguez) não está morta e começa a ação. Desta vez, voltada não só para os carros, mas com um cunho mais tradicional, com explosões e perseguições em câmera lenta.

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Junto com a volta de Letty, o protagonista Dominic Toretto (Vin Diesel), também descobre um filho. Comovido e modificado pela existência dessa criança, ele começa até a pedir para os amigos “prestarem atenção nas pessoas na rua”. Segundo a crítica, o filme mantêm muito bem a continuidade da franquia, e mesmo que com alguns momento forçado, é um dos mais divertidos de toda a série.

“Bonitinha, mas Ordinária” situa a obra de Nelson Rodrigues nos tempos atuais. Com as cenas intactas, reproduz exatamente a trama do livro, no entanto, a adaptação à atualidade soa um tanto deslocada. A “bonitinha” Maria Cecília, vivida aqui por Letícia Collin é estuprada enquanto participa de um baile funk e o pai desesperado por casá-la, oferece a moça ao moto-boy Edgar (Leon Góes). O problema é que Peixoto vive um dilema; é apaixonada por Ritinha (Leandra Leal), mas está tentado a se casar com Maria Cecília, por ambição.

De acordo com a crítica especializada, os pormenores que acrescentavam sarcasmo e criticidade à obra, como o pai querer se livrar da filha não mais virgem, o egoísmo da burguesia em tempos de Guerra Fria, todos ficam sem sentido e soam forçados no longa-metragem. O diretor Moacyr Góes, talvez não tenha sido feliz, mas o filme vale para aqueles que desconhecem a obra de Nelson Rodrigues.

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