Entre as avenidas do CPA e Miguel Sutil, as obras de um hotel luxuoso, que começaram há quase quatro décadas, em 1987, sempre chamaram atenção de quem passava pelo endereço. Após anos de paralisação e abandono, a obra foi retomada por um novo grupo e o espaço chegou a receber a Casacor, que se espalhou por 33 ambientes do imóvel em 2023. Na quinta-feira (18), o Horoh Grand Hotel abriu às portas do restaurante para convidados especiais.
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A noite contou com música e pratos assinados pelo chef Marcelo Cotrim em um espaço que mistura arte, regionalismo e luxo. Uma das responsáveis pelo design do Horoh Grand Hotel, a arquiteta Emanuela Prado, do Studio Trebasi, explicou alguns detalhes da obra.
Em um dos salões, garças douradas foram posicionadas organicamente no teto do restaurante para simular o voo que costuma ser visto no Pantanal. "Ela não tem um voo igual a outra como outras aves tem, que voam iguais, a garça voa como se fosse uma revoada mesmo".
As garças foram posicionadas uma a uma com cabo de aço, estratégia que também foi pensada para facilitar a manutenção das obras. As peças foram produzidas em dourado para dialogar com a estética e o nome do hotel, explica a arquiteta. "Aqui onde se localiza o prédio eram as minas de ouro de Miguel Sutil e o nome do hotel é Horoh, então temos várias partes do hotel em dourado".
Nos uniformes dos funcionários o regionalismo também está presente com estampas que remetem ao Pantanal.