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Domingo, 23 de junho de 2024

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QUEM MATOU A TANGERINA?

Produtora de podcasts cuiabana cria programa sobre histórias e conquista top 20 no ranking brasileiro

Foto: Divulgação

Produtora de podcasts cuiabana cria programa sobre histórias e conquista top 20 no ranking brasileiro
O jornalista Fred Fagundes, 37 anos, e sua sócia, a publicitária Gabriela Peixoto, 23 anos, são fundadores da Altia Podcasts, uma produtora voltada para o segmento, localizada em Cuiabá. Para além da produção de podcasts comerciais e de terceiros, a dupla possui dois programas autorais, sendo o “Quem Matou a Tangerina?”, sob comando de Fred, e o “Do You Love Rasqueado”, apresentado por Gabriela. O podcast “Quem Matou a Tangerina?” está entre os 20 podcasts de história mais ouvidos do Brasil desde novembro de 2022. Para escutar, clique aqui.


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Após abrir a produtora, a dupla então criou seus produtos autorais em 2021. O “Quem Matou a Tangerina?” era um antigo blog de Fred, e com o surgimento do formato podcast, o jornalista viu uma maneira de manter vivo a marca que durou entre 2007 e 2011, além de testar um estilo que poderia ser oferecido para os clientes.

“É um programa experimental, um monólogo, que dá mais trabalho na pré-produção do que na gravação e edição. Ele ainda traz algumas memórias que procuro contar de modo mais atrativo para quem gosta de uma boa história”, explica Fred.

O “Quem Matou a Tangerina?” aborda temas do cotidiano, pois se trata de uma análise de alguns desses fatos. Segundo o criador, “é um podcast quase pessoal, com bastante opinião, mas que se prende muito em relatos e dados históricos”.

Por ser um projeto experimental, os episódios do QMaT (Quem Matou a Tangerina?) ainda não possuem uma periodicidade de lançamento fixa, mas a meta de Fred é lançar dois por semana, a partir de fevereiro. Até o momento, são 30 episódios de curta duração, entre quatro a 15 minutos, que trazem histórias engraçadas e curiosidades aleatórias.

“O podcast que você ouve antes de falar com qualquer um no seu dia. A não ser que você tenha um gato. Dê bom dia para seu gato”, diz a sinopse do programa.

Mas por que um podcast? Para o jornalista Fred Fagundes, o formato oferece muitas possibilidades ao ouvinte, pois, independente do que a pessoa gosta, vai achar um formato ou um episódio daquilo que procura.

“O vídeocast foi um estouro nos últimos anos com o auxílio do Youtube, uma mídia que é super presente na cultura de consumo digital do brasileiro. Contudo, não podemos confundir duas-pessoas-conversando-numa-mesa com podcast. O podcast pode ser desenvolvido em formato documental, áudio drama, narrativo, jornalístico e, inclusive, duas-pessoas-conversando-numa-mesa, além de vários outros. A minha dica para o ouvinte é experimentar novos formatos para ouvir e também produzir. O fantástico do podcast é isso: há sempre um programa pra você”, conta o criador do QMaT.

A Altia Podcasts

A história de Fred com o segmento começou em 2010, quando o jornalista desenvolveu um podcast corporativa para um shopping de Cuiabá. Mas antes disso, como trabalhava com produção para blogs, ele acompanhou o surgimento e a popularização do formato. Na bagagem profissional, Fred também já desenvolveu podcasts para o Spotify e trabalhou como gerente comercial do “Não Ouvo”, o segundo podcast mais ouvido do Brasil, em 2016.   

Já Gabriela explica que começou a escutar podcasts há quase 10 anos atrás, por meio de programas com episódios de bate-papo para se entreter e aprender temas para as provas do ensino médio. Na época, ela não entendia todo o potencial comercial da mídia. E foi durante a faculdade de comunicação em São Paulo que conheceu o Fred, que era gerente comercial do "Não Ouvo" e passou a enxergar a mídia de forma mais estratégica e comercial.

Quando Fred começou a desenvolver os podcasts exclusivos para o Spotify em 2019, começou a ver a possibilidade da criação de uma produtora em Cuiabá, junto com a sócia. “Nossa meta era, além de popularizar a mídia na região, descobrir talentos e facilitar a vida de quem desejava ter um programa próprio, além de atender o olhar curioso das empresas com produções corporativas”.
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