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Sexta-feira, 21 de junho de 2024

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INSCRIÇÕES ABERTAS

UFMT oferece curso de comunicação popular em saúde em parceria com comunidades ciganas

Foto: Foto: Rogério Florentino - Olhar Direto

UFMT oferece curso de comunicação popular em saúde em parceria com comunidades ciganas
O Departamento de História da Universidade Federal de Mato Grosso e a Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT) promovem o curso “Juventude Cigana: da invisibilidade à comunicação popular em saúde”, com inscrições abertas até o dia 31 de janeiro, que podem ser realizadas por meio deste formulário eletrônico.


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O curso consiste em oito sessões online, com especialistas e profissionais, sobre temas relativos à comunicação e saúde das comunidades ciganas, partindo do olhar crítico às mídias e a desinformação em saúde.

Entre 28 de fevereiro e 23 de março entram em discussão a informação e a comunicação no campo da saúde; o que é desinformação e fake news, identificando racismo e anticiganismo: discursos de ódio e violências simbólicas; uso seguro das redes: midiatização e juventude; e produção de conteúdo para redes sociais: desafios para a autorrepresentação.

“Vimos que há certa demanda sobre essas discussões e há uma certa má informação sobre a populações ciganas. Veio a parceria junto com o Departamento de História para desmontar as imagens pré-concebidas, estigmatizadas e distorcidas sobre as populações ciganas. É deixar de criminalizá-los pelo foco do combate às fake news. Temos esse propósito dentro do projeto com a formação em caráter informativo e de capacitação para que as pessoas possam manejar informações para quebrar os pré-conceitos com impacto social significativo”, pontua a professora Ana Carolina da Silva Borges, chefe de Departamento de História da UFMT.

Os participantes que tiverem pelo menos 70% de presença recebem certificado ao final da formação. Após o encerramento do curso, será elaborado um guia online sobre produção de conteúdos em saúde para populações ciganas.

A organização do curso é feita pelos jornalistas e pesquisadores Aluízio de Azevedo e Gabriela Marques, do coletivo Orgulho Romani e a partir de chamada pública da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O financiamento do projeto acontece a partir do governo do Canadá, que selecionou projetos de comunicação popular em saúde.
 
A professora Ana Carolina conta que há várias áreas de conhecimento, como antropologia, história e organizações não governamentais presentes desenvolvendo ações como projetos de extensão e projetos de pesquisa.

“A gente viu a necessidade de mapeamento e formação para as populações tradicionais em situação de vulnerabilidade e que também tem certa invisibilidade no âmbito social”, relata Borges. (Com informações da assessoria)
 

 
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