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'Terra e Arte'

Aos 63 anos, moradora de Cuiabá 'renasce' com produção de terrários e minijardins

Da Redação - José Lucas Salvani

10 Jul 2021 - 11:42

Foto: Reprodução

Aos 63 anos, moradora de Cuiabá 'renasce' com produção de terrários e minijardins
Tudo começou com uma ida a uma floricultura de Cuiabá em março de 2021. Maria Angélica Ferreira Bittencourt, de 63 anos, foi em busca de alguns itens para fazer um arranjo de flores, mas acabou fazendo uma bacia recheada de suculentas para colocar na sua sacada. Ao publicar no Instagram, diversos amigos ficaram interessados. Inicialmente, Angélica fez alguns terrários e minijardins para dar de presente, mas não demorou um mês para que ela, com ajuda de seu filho, Luciano, criasse Terra e Arte.

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Luciano é um dos principais aliados da Terra e Arte. O nome dado, inclusive, foi ideia dele, assim como o projeto gráfico do negócio. “Ele falou: ‘mãe, é uma arte que você vai fazer com a natureza’. Assim surgiu o Terra e Arte. Sentimos que é um nome forte”, conta em entrevista ao Olhar Conceito.

Contatora e Mestre em Políticas Públicas, Angélica está atualmente aposentada. Até o ano passado, trabalhava como Coordenadora de Contabilidade em uma universidade de Cuiabá, onde ficou por 16 anos e resolveu parar por ser grupo de risco em plena pandemia do novo coronavírus. Ela não pensava em criar um negócio, tanto que enxerga o Terra e Arte como um trabalho que lhe dá um novo prazer, dedicando-se várias horas por dia.

Angélica sente que já fez todas as contribuições possíveis enquanto contatora e profissional da educação. Trabalhar com o Terra e Arte é seu renascer. Angélica não sente que está trabalhando, mas que está se realizando, levando alegria e felicidade para outras pessoas.

“É quase um renascer. Eu tenho a plena convicção de que fechei um ciclo. O ciclo da profissional da contabilidade foi encerrado, paralelo com a profissional da educação. (...) A minha contribuição nessa área eu já dei. Agora eu quero coisas que me deem prazer. Quando estou fazendo as coisas da Terra e Arte não sinto que estou trabalhando. Eu me sinto me realizando e levando alegria, felicidade e admiração para outras pessoas. É muito bom e me sinto muito feliz”.

Angélica explica que os clientes tem gostado mais dos minijardins, mas alerta que o terrário é a opção ideal para quem possui pouco tempo para cuidar das plantas. Quando vende, ela orienta os compradores e também envia uma seringa para que não reguem com muita água ao ponto de matar as plantas. Angélica, aliás, faz manutenções nos terrários e minijardins quando necessário.

Para a confecção dos terrários e minijardins, Angélica conta com a cooperação técnica de Alessandra Bittencourt Crestani Rodrigues, Engenheira Agrônoma, Mestre em solos, e Silvânia Ferreira de Almeida, também Engenheira Agrônoma, Mestre em Fitopatologia. Os filhos Luciano e Lara Crestani também contribuem com as redes sociais do Terra e Arte.

A família de Angélica apoia sua decisão de começar um novo negócio aos 63 anos. A realidade da pandemia do novo coronavírus contribui. Sem poder sair de casa, ela se ocupa fazendo os terrários e minijardins. “Estamos muito em harmonia com essa ideia. A família toda apoia. Todo mundo gosta”, finaliza ao Olhar Conceito.

Siga o Terra e Arte no Instagram para adquirir seus produtos. Também é possívelr realizar encomendas pelo número (65) 996069796.
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