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Quinta-feira, 13 de agosto de 2020

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Secretário discute lei que prevê até R$ 3 bi em ações culturais em seminário nesta quinta-feira

Da Redação - Isabela Mercuri

10 Jun 2020 - 10:04

Foto: Reprodução

Secretário discute lei que prevê até R$ 3 bi em ações culturais em seminário nesta quinta-feira
Aprovada no Senado no último dia 4 de junho, a Lei 1.075/2020, Lei de Emergência Cultural ou ‘Lei Aldir Blanc’, como ficou conhecida, prevê até R$ 3 bilhões para serem aplicados por Estados e municípios em ações culturais. Na tarde desta quinta-feira (11), o secretário de Estado de Cultura, Allan Kardec, participa de um seminário online para informar a população sobre a lei e mostrar sua importância para o setor cultural.

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De acordo com a assessoria, o seminário contará com a participação do deputado estadual Carlos Giannazi (SP) e a produtora cultural Tathi Mendes, representante do fórum de cultura. O evento tem o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT).

A transmissão será feita pelo canal do youtube da MT Escola de Teatro. Para Allan Kardec, a Lei vai ajudar a classe artística de Mato Grosso e refletir diretamente nas ações da pasta, a exemplo de outros projetos já realizados nesse período, como o Festival Cultura em Casa e o Cachê Solidário.

“É uma maneira de fazer com que nossa economia da cultura não pare, que pais de família, que homens e mulheres, que fazem a cultura por vocação e profissão, sejam respaldados nesse momento de isolamento social, uma vez que foi o segmento mais afetado”, complementa o secretário. 

A MT Escola de Teatro é um pólo de formação que funciona no Cine Teatro Cuiabá, com a gestão da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e Associação Cultural Cena Onze. O curso superior de tecnologia em Teatro tem a parceria da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e da Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap/SP).

4 comentários

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  • Luiz Imperial
    10 Jun 2020 às 13:43

    Francamente, tem muito "artista" que só vive de dinheiro público, cantorzinho parasita, pintor meia boca que não conquista seu público e vive de tetas em projetos culturais, não tem qualidade para vender sus arte. Sugiro entrar na fila dos 600 reais como os outros mortais

  • Aretana Arruda Campos
    10 Jun 2020 às 11:10

    E o Olhar Direto ainda publica comentários idiotas desse abestado Gonçalo Poconé e desse imbecilizado Tonhão do Barão. É pra acabar.

  • Tonhão do Barão
    10 Jun 2020 às 10:47

    A matéria não está informando como fazer para pegar esse dinheiro. É pelo Banco do Brasil ? tem que dar a terra em garantia ? Esse dinheiro é só para quem tem terra de cultura ou vale também para melhorar a terra fraca ?

  • Gonçalo Poconé
    10 Jun 2020 às 10:43

    Isso é bão . O governo tem qui ponhá é muito dinheiro na curtura e pouco dinhero as terra ruim. A curtura produiz muitão. Meu sítio aqui no Poconé é um curturão danado, puro acorizá.

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