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MT Escola de Teatro inicia novo semestre de aulas de teatro

Da Redação - Vitória Lopes

23 Jan 2018 - 17:23

Foto: Da Assessoria

MT Escola de Teatro inicia novo semestre de aulas de teatro
As aulas dos aprendizes selecionados para o MT Escola de Teatro começam no dia 3 de fevereiro, e serão ministradas no Cine Teatro de Cuiabá. As inscrições gratuitas se encerraram em novembro de 2017, após processo seletivo. O trabalho dos estudantes veteranos pode ser prestigiado pelo público no próximo dia 25 de fevereiro.

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A “Mostra de Cenas” vai apresentar os resultados do primeiro ano da MT Escola de Teatro. Os três espetáculos, de vinte minutos cada, foram produzidos pelos próprios alunos, que escolheram abordar a questão dos refugiados. Além disso, os estudantes irão se formar em dezembro deste ano.

Ao todo, 50 vagas são disponibilizadas para sete cursos ofertados, sendo eles atuação, dramaturgia, direção, sonoplastia, cenário e figurino, iluminação e produção cultural. As aulas são ministradas aos sábados. 

De acordo com o secretário e professor Otávio Stolf, o curso de artes cênicas passou a ser superior após parceria firmada entre a SEC-MT e a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

A MT Escola de Teatro é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Cultura (SEC-MT) em parceria com a Associação Cultural Cena Onze e a Associação dos Artistas Amigos da Praça (ADAAP).

Confira as sinopses dos espetáculos:
 
Diáspora - Quando em setembro de 2015 a triste foto do cadáver do menino sírio Aylan Kurdi, de apenas 03 anos, debruçado sobre as areias de uma praia grega após fracassada travessia pelo Mediterrâneo invade as atrações da mídia tradicional, um súbito despertar sobre a onda de refugiados árabes começa a tocar o público do Ocidente.
 
No entanto, a reação do ocidental “médio”, desnutrido de qualquer interesse sobre dramas alheios, se depara com a questão dos refugiados ora como números, ora como tristes fatalidades a interromper os afazeres, ora como uma ameaça a ser combatida com deportações, vistos negados, fronteiras fechadas. Em suma: uma abordagem sem qualquer reflexão, sem qualquer empatia, voltada a tratar o próximo como um problema a ser eliminado. É necessário quebrar essa indiferença. É urgente refletirmos sobre as questões corretas. E derrubar essas barreiras coletivas. Precisamos nutrir o ser humano com empatia. É o que esperamos com esse espetáculo.
 
Portas - Portas não conta a história de um país devastado pelo terremoto. Também não conta uma história sobre pessoas. O espetáculo Portas conta uma história sobre objetos. Portas é uma história sobre um chapéu, uma bandeira, uma fotografia, um documento de identidade, um anel, uma camisa, um lenço, um celular e, principalmente, uma história sobre portas. Portas fechadas e que delimitam fronteiras. Portas que precisam ser abertas. Onde fica o Haiti? Do outro lado da porta.
 
Pacto de sangue - Em meio ao zumbido de todas as mídias, sob os escombros do pós-tremor, uma história é resgatada. Notícias, relatos, murmúrios da realidade fragmentada. O que ver? O que ouvir? Quem escolhe isso?
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