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Clóvis Matos e seu projeto 'Inclusão Literária' são destaques na Folha de São Paulo

Da Redação - Isabela Mercuri

06 Jun 2017 - 14:10

Foto: Reprodução / Ilustração

Clóvis Matos e seu projeto 'Inclusão Literária' são destaques na Folha de São Paulo
O projeto ‘Inclusão Literária’, do historiador Clóvis Mattos, chama a atenção da imprensa de Mato Grosso já há certo tempo. Nesta terça-feira (6), no entanto, ele foi tema de uma matéria na Folha de São Paulo, um dos maiores jornais do Brasil. Com o título ‘Historiador atravessa o MT de Kombi para distribuir livros há quase 12 anos”, a reportagem fala sobre a criação do Inclusão, e lembra ainda do incêndio que destruiu parte do acervo de Clóvis em 2015.

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Em 2014, o Olhar Conceito também fez uma publicação sobre a história. Clóvis criou o ‘Inclusão’ quando trabalhava na livraria ‘Addeptus’, e percebeu que muitas pessoas não levavam os livros para casa por conta do preço. A matéria da Folha explica o início de tudo:

“A paixão pela literatura surgiu ainda na infância, quando hóspedes do hotel de sua família lhe apresentavam livros. Ele morava em Iporá, em Goiás, onde não tinha acesso às obras, e aquele primeiro contato foi o despertar do gosto pelo tema. A leitura o levou a formar-se em história e o ajudou a passar em um concurso de técnico administrativo da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso).

Em 2005, três anos após ter a ideia, surgiu o Inclusão Literária. Com recursos próprios, o historiador comprou a camionete Rural Willys verde, intitulada Furiosa, e uma Kombi. Ele reuniu diversos livros e passou a levar a iniciativa a municípios de Mato Grosso, entre eles os mais afastados, como Juína (735 quilômetros da capital)”.

Além de percorrer o estão com a Kombi durante todo o ano, Clóvis também é Papai Noel na época do Natal, e leva livros e brinquedos de presente para os ribeirinhos do Pantanal.  

Clóvis, segundo a reportagem da Folha, tinha dois veículos: a Kombi e uma caminhonete rural, chamada de ‘Furiosa’. No entanto, o motor da Furiosa fundiu, e o preço para consertar é de R$5 mil.

Leia a matéria na íntegra AQUI

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